Primeira reunião com as alunas do CURSO de CUSTOMIZAÇÃO, o qual teve uma grande procura de alunas interessadas, na foto acima eu faço uma pequena apresentação para as alunas de como será o Curso, era o primeiro dia da Aula e tivemos uma turma de alunas muita animada. O Curso foi muito bem elaborado, as alunas trocaram experiencias e aprenderam a fazer diverso trabalhos , os quais serão citados por mim em breve. Destaco aqui o grande interesse das alunas para com o Curso.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
ENCERRAMENTO DO CURSO NA ALDEIA BOA VISTA
Queridas (os) amigas e amigos nesta última terça - feiras ( 18/05), eu estive participando do Encerramento do Curso de Fibras de Bananeiras , na Aldeia Indigena Boa Vista, localizada no Sertão do Promirim , região Norte de Ubatuba, lá eu estive como monitora do Curso, e durante 4 aulas (semanais) eu trabalhei com os indios guaranis, ensinando a eles novas técnicas na arte de trabalhar com a fibra da bananeira, o rendimento do Curso foi otimo, o aproveitamento dos indios foi maravilhoso, pois os mesmos adoraram todas as aulas e o curso em sí. Estou preparando uma matéria especial sobre este Curso , separando algumas fotos tiradas durante a realziação do mesmo, e através tanto da matéria como das fotos vocês poderão ver como foi este Curso, o primeiro realizado junto com os indios Guaranis da Aldeia Boa Vista , em Ubatuba-SP.
Para mim como coordenadora e monitora , a experiência foi maravilhosa, o contato foi caloroso, confesso que no início vi uma certa resistência dos mesmos para com o curso, mas no desenrolar das aulas, fui passando de uma forma simples a eles , o que era, como seria o curso e o interesse deles pelo memso foi crescendo a cada aula.
No encerramento os Guaranis apresentaram algumas bolsas feitas a base da fibra de bananeira, todas feitas durante as aulas, as quais só foram possiveis graças a parceria Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social - PMU -Programa Estadual - Geração de Renda, FUNAI e Aldeia Boa Vista
Bom aguardem a matéria ESPECIAL ALDEIA BOA VISTA - Ensinando novas técnicas de trabalho com fibras aos indios Guaranis ..
Para mim como coordenadora e monitora , a experiência foi maravilhosa, o contato foi caloroso, confesso que no início vi uma certa resistência dos mesmos para com o curso, mas no desenrolar das aulas, fui passando de uma forma simples a eles , o que era, como seria o curso e o interesse deles pelo memso foi crescendo a cada aula.
No encerramento os Guaranis apresentaram algumas bolsas feitas a base da fibra de bananeira, todas feitas durante as aulas, as quais só foram possiveis graças a parceria Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social - PMU -Programa Estadual - Geração de Renda, FUNAI e Aldeia Boa Vista
Bom aguardem a matéria ESPECIAL ALDEIA BOA VISTA - Ensinando novas técnicas de trabalho com fibras aos indios Guaranis ..
sexta-feira, 14 de maio de 2010
HISTORIA : Um pouco da historia do Artesanato de Ubatuba-SP
ARTESANATO
O artesanato tradicional de Ubatuba tem suas raízes nos trabalhos em taquara, palha e vime, desenvolvidos pelos índios. Depois mesclou-se com o barro e a madeira, utilizados com elegância pelos franceses que aqui se instalaram. Os artesãos do município em sua maioria produzem cestaria, trançado, entalhe e escultura em madeira. Os pintores tradicionais utilizam cores vivas e vibrantes sobre peças de cerâmica ou madeira, modeladas e estruturadas com as mesmas formas desenvolvidas por seus antepassados.
O comércio de artesanato local concentra-se basicamente nas lojas do centro e nos sertões espalhados pelo município. Ubatuba também participa de feiras e exposições em vários Estados do Brasil, mostrando a arte desenvolvida por várias gerações do povo caiçara.
CESTARIA
Os cestos são feitos de imbé, taquara, palha, em tamanhos variados, para finalidades diferentes. A trama aberta ou fechada depende da inspiração de quem faz. Em cada bairro há um tipo de trabalho. No Sertão da Quina a trama é aberta e leve. No Sertão do Araribá, Almada, e Ubatumirim, o forte é o cesto, grande ou pequeno. No Ipiranguinha faz-se peneira. No Perequê-Açú, as cestinhas com tampa e o abajur, de vários modelos.
TRANÇADO
A trança pode ser feita de embira, palha ou taboa. A primeira é extraída da mata e requer esforço para o corte. O processo de secagem e a trança encarecem os tapetes, redes, porta-vasos etc. Trabalhos trançados podem ser encontrados no Sertão da Quina, nas Toninhas, no Itaguá, Morro das Moças, Marafunda e Ipiranguinha.
MADEIRA
Entalhes, esculturas e móveis rústicos compõem o artesanato em madeira de Ubatuba. Os temas quase sempre são inspirados na natureza, como as flores, os animais etc. As imagens religiosas são feitas em louro, bicuíba, guaica, guairana, cajarana etc. Foices, machados, facões, gamelas, trabucos, pilões e móveis rústicos podem ser encontrados no bairro do Taquaral e da Casanga (estrada velha para Itamambuca).
O conhecimento para a elaboração de canoas (embarcação monóxila, comprida, impelida a remos, ou por uma vela de pendão, ou por motor de popa, usada pelos pescadores), hoje, é detido por pouquíssimas pessoas. A legislação de proteção ambiental impede o desenvolvimento desta atividade.
ARTESANATO INDÍGENA
O Sertão do Prumirim abriga uma aldeia de índios guaranis. Embora prefiram a distância dos brancos, esses índios expõem seu produto artesanal na rodovia Rio-Santos, nos fins-de-semana, próximo à cachoeira do Prumirim. São cestos, balaios, arco e flecha, machadinha, chocalhos, colares de penas, conchas e contas, utilizando o cipó, o imbé e a taquara.
O artesanato tradicional de Ubatuba tem suas raízes nos trabalhos em taquara, palha e vime, desenvolvidos pelos índios. Depois mesclou-se com o barro e a madeira, utilizados com elegância pelos franceses que aqui se instalaram. Os artesãos do município em sua maioria produzem cestaria, trançado, entalhe e escultura em madeira. Os pintores tradicionais utilizam cores vivas e vibrantes sobre peças de cerâmica ou madeira, modeladas e estruturadas com as mesmas formas desenvolvidas por seus antepassados.
O comércio de artesanato local concentra-se basicamente nas lojas do centro e nos sertões espalhados pelo município. Ubatuba também participa de feiras e exposições em vários Estados do Brasil, mostrando a arte desenvolvida por várias gerações do povo caiçara.
CESTARIA
Os cestos são feitos de imbé, taquara, palha, em tamanhos variados, para finalidades diferentes. A trama aberta ou fechada depende da inspiração de quem faz. Em cada bairro há um tipo de trabalho. No Sertão da Quina a trama é aberta e leve. No Sertão do Araribá, Almada, e Ubatumirim, o forte é o cesto, grande ou pequeno. No Ipiranguinha faz-se peneira. No Perequê-Açú, as cestinhas com tampa e o abajur, de vários modelos.
TRANÇADO
A trança pode ser feita de embira, palha ou taboa. A primeira é extraída da mata e requer esforço para o corte. O processo de secagem e a trança encarecem os tapetes, redes, porta-vasos etc. Trabalhos trançados podem ser encontrados no Sertão da Quina, nas Toninhas, no Itaguá, Morro das Moças, Marafunda e Ipiranguinha.
MADEIRA
Entalhes, esculturas e móveis rústicos compõem o artesanato em madeira de Ubatuba. Os temas quase sempre são inspirados na natureza, como as flores, os animais etc. As imagens religiosas são feitas em louro, bicuíba, guaica, guairana, cajarana etc. Foices, machados, facões, gamelas, trabucos, pilões e móveis rústicos podem ser encontrados no bairro do Taquaral e da Casanga (estrada velha para Itamambuca).
O conhecimento para a elaboração de canoas (embarcação monóxila, comprida, impelida a remos, ou por uma vela de pendão, ou por motor de popa, usada pelos pescadores), hoje, é detido por pouquíssimas pessoas. A legislação de proteção ambiental impede o desenvolvimento desta atividade.
ARTESANATO INDÍGENA
O Sertão do Prumirim abriga uma aldeia de índios guaranis. Embora prefiram a distância dos brancos, esses índios expõem seu produto artesanal na rodovia Rio-Santos, nos fins-de-semana, próximo à cachoeira do Prumirim. São cestos, balaios, arco e flecha, machadinha, chocalhos, colares de penas, conchas e contas, utilizando o cipó, o imbé e a taquara.
TUNEL DO TEMPO : 2008 - Prefeitura de Ubatuba ensina técnicas de aproveitamento dos talos de bananeiras
Por: Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de Ubatuba
A Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Ubatuba deu início nesta semana, ao curso de “Artesanato e papel em fibras de bananeira”. “Decidimos promover este curso após conversas com moradores que reclamavam do entulho que sobrava após a colheita das bananas”, conta o secretário da pasta, Claudinei Salgado. “Nossa equipe foi buscar informações e encontrou técnicas que utilizam o caule e retiram a palha e o fio para a produção de diversos artigos, como papel, bolsas, cestos entre outros”, afirmou.
Os cerca de 40 alunos que se inscreveram para o curso que está sendo ministrado no Centro e no Ubatumirim estão na fase da extração e preparação das fibras e produção do papel. “Os alunos chegam querendo partir logo para a produção das peças artesanais, mas o curso vai passar uma técnica de cada vez. Assim que todos estiverem familiarizados com as técnicas, passaremos aos demais estágios”, informa o secretário.
O curso de “Artesanato e papel em fibras de bananeira” tem a duração de três meses e a secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social já tem nomes na lista de espera para as próximas turmas.
Os interessados podem procurar a Secretaria, na Rua Paraná, 275, no centro. Mais informações podem ser obtidas pelo fone 3832-6038.
FONTE : http://www.cliklitoral.com.br/
Quinta-Feira, 20 de Março de 2008
A Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Ubatuba deu início nesta semana, ao curso de “Artesanato e papel em fibras de bananeira”. “Decidimos promover este curso após conversas com moradores que reclamavam do entulho que sobrava após a colheita das bananas”, conta o secretário da pasta, Claudinei Salgado. “Nossa equipe foi buscar informações e encontrou técnicas que utilizam o caule e retiram a palha e o fio para a produção de diversos artigos, como papel, bolsas, cestos entre outros”, afirmou.
Os cerca de 40 alunos que se inscreveram para o curso que está sendo ministrado no Centro e no Ubatumirim estão na fase da extração e preparação das fibras e produção do papel. “Os alunos chegam querendo partir logo para a produção das peças artesanais, mas o curso vai passar uma técnica de cada vez. Assim que todos estiverem familiarizados com as técnicas, passaremos aos demais estágios”, informa o secretário.
O curso de “Artesanato e papel em fibras de bananeira” tem a duração de três meses e a secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social já tem nomes na lista de espera para as próximas turmas.
Os interessados podem procurar a Secretaria, na Rua Paraná, 275, no centro. Mais informações podem ser obtidas pelo fone 3832-6038.
FONTE : http://www.cliklitoral.com.br/
Quinta-Feira, 20 de Março de 2008
UM POUCO SOBRE O ARTESANATO C/ FIBRAS DE BANANEIRAS
“O artesanato não quer durar milênios nem está possuído pela pressa de morrer logo. Transcorre com os dias, flui conosco, desgasta-se pouco a pouco, não busca a morte nem a nega: aceita-a. Entre o tempo sem tempo do museu e o tempo acelerado da técnica, o artesanato é a palpitação do tempo humano. É um objeto útil, mas também belo; um objeto que dura, mas que acaba e se resigna a acabar; um objeto que não é único, como a obra de arte, e que se pode substituir por outro objeto parecido mas não idêntico. O artesanato nos ensina a morrer e, assim, nos ensina a viver.”
OCTÁVIO PAZ
Em algum lugar do Mundo
Década de 70
ARTESANATO COM A PALHA DA BANANEIRA
O artesanato com a palha e a fibra da bananeira possibilita a confecção de uma grande variedade de produtos tais como cestas, bolsas sandálias, tapetes, colares, pulseiras, etc...
Atualmente, com a revalorização do artesanato, este tipo de trabalho vem se mostrado como uma oportunidade de gerar uma renda complementar para as comunidades que vivem de agricultura familiar.
A palha da bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas do pseudocaule da bananeira, que equivale a seu tronco. O corte do pseudocaule é uma prática adotada no sistema de cultivo da banana. Após a colheita do cacho costuma-se retirar a bananeira mãe, cortando-se se pseudocaule de modo a dar espaço para o crescimento dos filhotes.
Do pseudocaule da bananeira é possível extrair vários tipos de palhas, cada uma com uma característica diferente: as palhas mais finas (utilizadas para dar acabamento, costurar, adornar, etc.) são chamadas de filé e contra-filé; as mais grossas (utilizadas para trabalhos mais rústicos) são chamadas de palha inteira; das três camadas que é constituída a palha inteira retira-se a palha interna (menos resistentes), a redinha (toda vazada) e a palha raspada (extremamente resistente). Depois é preciso pendurá-las ou esticá-las para secar ao sol, não podendo pegar chuva nem orvalho, ou seja, é preciso ter dois lugares definidos para a secagem; um local a céu aberto e outro local protegido da umidade.
As palhas são utilizadas para a manufatura do artesanato das mais diferentes formas possíveis, de acordo com a criatividade do artesão. Combinando palhas e outros materiais (bambus, cipós, sementes, etc...) é possível se fazer de cestas a biombos e até divisões internas de uma casa. As possibilidades são infinitas, a fibra é muito resistente podendo durar vários anos, sendo substituída a qualquer momento. O artesanato é constantemente reconstruído e reinventado
FONTE :
http://agroecologia.br.tripod.com/artesanato.htm
OCTÁVIO PAZ
Em algum lugar do Mundo
Década de 70
ARTESANATO COM A PALHA DA BANANEIRA
O artesanato com a palha e a fibra da bananeira possibilita a confecção de uma grande variedade de produtos tais como cestas, bolsas sandálias, tapetes, colares, pulseiras, etc...
Atualmente, com a revalorização do artesanato, este tipo de trabalho vem se mostrado como uma oportunidade de gerar uma renda complementar para as comunidades que vivem de agricultura familiar.
A palha da bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas do pseudocaule da bananeira, que equivale a seu tronco. O corte do pseudocaule é uma prática adotada no sistema de cultivo da banana. Após a colheita do cacho costuma-se retirar a bananeira mãe, cortando-se se pseudocaule de modo a dar espaço para o crescimento dos filhotes.
Do pseudocaule da bananeira é possível extrair vários tipos de palhas, cada uma com uma característica diferente: as palhas mais finas (utilizadas para dar acabamento, costurar, adornar, etc.) são chamadas de filé e contra-filé; as mais grossas (utilizadas para trabalhos mais rústicos) são chamadas de palha inteira; das três camadas que é constituída a palha inteira retira-se a palha interna (menos resistentes), a redinha (toda vazada) e a palha raspada (extremamente resistente). Depois é preciso pendurá-las ou esticá-las para secar ao sol, não podendo pegar chuva nem orvalho, ou seja, é preciso ter dois lugares definidos para a secagem; um local a céu aberto e outro local protegido da umidade.
As palhas são utilizadas para a manufatura do artesanato das mais diferentes formas possíveis, de acordo com a criatividade do artesão. Combinando palhas e outros materiais (bambus, cipós, sementes, etc...) é possível se fazer de cestas a biombos e até divisões internas de uma casa. As possibilidades são infinitas, a fibra é muito resistente podendo durar vários anos, sendo substituída a qualquer momento. O artesanato é constantemente reconstruído e reinventado
FONTE :
http://agroecologia.br.tripod.com/artesanato.htm
quinta-feira, 13 de maio de 2010
OLÁ ESTAMOS DE VOLTA, COM NOVO VISUAL E MATERIAS NOVAS...
Olá amigos e amiga do UBAFIBRAS, este blog está passando por mudanças , a começar pelo seu visual, este novo visual visa modernizar nossa pagina, espero que gostem , pois estou fazendo de tudo para melhorar o UBAFIBRAS, sei que estou devendo uma atualização do mesmo, mas pa partir de amanhã , dia 14 de maio, estarei colocando matérias novas, novas fotos no nosso ALBUM e também uma novidade, um canal de video com imagens de Ubatuba e do Litoral Norte Paulista, ainda estará em fase de testes...
Aguardem novidades, as seções de culinaria, com receitas do nosso Curso de Culinária, fotos de produtos a venda , enfim noticias fresquinhas do Curso de Geração de Renda ministrado e dirigido por mim e por colaboradoras ubatubenses ...Até amanhã....
Aguardem novidades, as seções de culinaria, com receitas do nosso Curso de Culinária, fotos de produtos a venda , enfim noticias fresquinhas do Curso de Geração de Renda ministrado e dirigido por mim e por colaboradoras ubatubenses ...Até amanhã....
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Inicio dos cursos geração de renda
Nesta segunda feira dia 01/03/2010 terá inicio os cursos Geração de Renda .
Rua Paraná , 375 Centro.
Rua Paraná , 375 Centro.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
COMEÇARAM AS INSCRIÇÕES DOS CURSOS GERAÇÃO DE RENDA
Começaram neste dia 18/02, as inscrições dos CURSOS DE GERAÇÃO DE RENDA 2010, confira os Cursos : Biscuit, Fibras de bananeiras, Crochê, confecção de bichinhos, pintura em tecidos, Culinária , os quais terão duração de 3 meses , sendo uma aula semanal, haverá também Cursos Rápidos de Artesanato, tendo os mesmo a duração de um dia.
A Direção do GERAÇÃO DE RENDA, espera atender em 2010 cerca de 400 famílias.
As inscrições ficaram em aberto por tempo indeterminado, até que se complete o número total de vagas.
Os (as) interessados (as) deverão comparecer a Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social, rua Paraná, 375 - centro - Ubatuba -SP, as inscrições são gratuítas.
A Direção do GERAÇÃO DE RENDA, espera atender em 2010 cerca de 400 famílias.
As inscrições ficaram em aberto por tempo indeterminado, até que se complete o número total de vagas.
Os (as) interessados (as) deverão comparecer a Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social, rua Paraná, 375 - centro - Ubatuba -SP, as inscrições são gratuítas.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
INDIOS GUARANIS DE UBATUBA, RECEBERAM CURSO DO GERAÇÃO DE RENDA
INDIOS GUARANIS
Começamos 2010 com uma boa notícias, a Coordenadora do Programa Geração de Renda da Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social de Ubatuba, a Sra. Marli Serra Martinez , estará ministrando a partir de março/2010, um inédito curso de artesanato , envolvendo técnica de fibra de bananeira aos indios Guaranis, da Aldeia Boa Vista, bairro do Promirim, região norte de Ubatuba-SP.
Marli informou que está animadissima com este novo desafio e que espera que o curso seja um sucesso,pois o mesmo antes de começar, já desperta entre os indios muita curiosidade.
Aguarde neste blog mais informações a respeito deste e de outros Cursos do Geração de Renda de Ubatuba-SP. (texto Silvio Cesar Fonseca)
SEJAM BEM VINDAS (OS) AO BLOG UBAFIBRAS...
OLÁ VOCÊS.....Queridas amigas e queridos amigos do UBAFIBRAS, antes de mais nada quero pedir desculpas , faz um bom tempinho que eu não atualizo este blog, muito trabalho, muita água passou por debaixo da ponte, e eu acabei não conseguindo atualizar este blog do jeito que eu queria e acabei abandonando vocês amigos internautas....
UBATUBA, 15 de fevereiro de 2010, trago uma boa noticia, este blog agora voltará a ser atualizado e vocês voltaram a ter a atenção que merecem, muitas matérias, muitas novidades te aguardam no UBAFIBRAS, BLOG , o qual trás a historia do artesanato ubatubense (Ubatuba-SP), a arte das artesãs caiçaras, o artesanato das mulheres em especial e também dos homens caiçaras, a arte nas suas mais diferentes formas , você verá aqui em 2010, estamos de volta com o UBAFIBRAS ....
Seja bem vinda (o) ao BLOG UBAFIBRAS...
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