quarta-feira, 18 de junho de 2008

CURSO DE FIBRA DE BANANEIRA REALIZADO NO UBATUMIRIM

Alunas do Curso Geração d Renda - Aula Curso de Fibra de Bananneira - Ubatumirim

O bairro do Ubatumirim , localizado na Região Norte de Ubatuba ( quase divisa com Paraty-RJ), é um tradicional reduto de caiçaras, o PROGRAMA GERAÇÃO DE RENDA , realizado pela Secretaria de Cidadadania e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Ubatuba em parceria com o Estado, vem obtendo grandes resultados com a comunidade local, na foto acima , tirada durante o Curso da Fibra da Bananeira, ministrada pela monito Rosa e tendo a presença da 1 ª dama da cidade , Sra. Denise, no centro da foto (de blusa verde) entre as alunas, comprova que a união faz a força e as alunas tem aproveitado cada minuto das aulas, aprendendo o manejo do tronco da bananeira até a arte final dos produtos criados pelas mesmas.
A Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social vem realizando um grande trabalho em prol do desenvolvimento da cidade, ministrando gratuitamente Cursos para a população, um bom exmplo é o Curso com Fibra de bananeira.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

COM VOCÊS A FIBRA DA BANANEIRA



A fibra de bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas do pseudocauleda bananeira, que equivale a seu tronco.

O corte do pseudocaule é uma prática adotada no sistema de cultivo da banana.

Do pseudocaule da bananeira é possível extrair vários tipos de fibras, cada uma com sua característica: capa (externa), seda (interna) e renda (intermediária).

A camada externa é a mais grossa e são para trabalhos que exijam resistência do material. A interna é a mais fina, indicada para acabamentos das peças. A camada intermediária é a ideal para ornamentar.

Produção do fio


A produção do fio da bananeira é realizada em duas etapas.


Primeiro se extrai as fibras através do processo de desfibragem (separação e remoção de resíduos), que pode ser feito por maceração, mecânica ou manualmente.

Maceração: as bainhas são colocadas em um tanque com água por alguns dias, até que as fibras se separem do tecido. Muitas vezes o material se perde por apodrecimento. Para uma fibra de qualidade é preciso que a água seja boa, que a temperatura e a limpeza do tanque sejam adequadas.

Mecânica: é o processo mais rápido, embora ainda não exista equipamento adequado no mercado.

Manual: esse processo é o que apresenta melhores resultados, considerando-se a qualidade da fibra obtida. Neste processo são necessários uma faca, um garfo, uma escova de cerdas de aço e um cilindro para massas. O cilindro é usado para aplainar a bainha e retirar o excesso de água. Depois se separam as camadas interna e externa com a faca. Raspa-se a bainha para tirar o excesso de mucilagem e a película externa. A separação das fibras é feita com o garfo para abrir sulcos e, depois, a escova de aço separa as fibras em pequenos feixes. Lava-se o feixe de tiras. Quando estiverem devidamente separadas e livres de resíduos, estende-se o feixe no varal para secagem. Em dias de sol, as folhas estarão secas após seis ou oito horas, momento em que se pode iniciar o processo de confecção do fio. Para a fiação é necessário subdividir o feixe e umedecê-lo para evitar que as fibras arrebentem. As partes separadas vão sendo inseridas na roca, que, por processo de torção, vai originando o fio.

Tingimento: para esse tipo de processo o tingimento será natural utilizando corantes de folhas ou sementes, como o urucum, eucalipto, casca de cebola e açafrão em vez de produtos químicos. Para tingir utilizando o urucum é só dissolve-lo em água fervendo (na água fria ele não é solúvel) junto com a folha de goiabeira, pois esta age como mordente (substância que faz a tinta aderir à fibra). Coloca-se a fibra na substância e leva-se ao fogo por uma hora.Depois de retirar do fogo é preciso mantê-la imersa por mais 24 horas.

Depois que se extrai a fibra, através dos métodos citados acima, vem a segunda etapa que é a de fiação, ou seja, torção ou redução da fibra em fio.



Fonte :

www.atrmacramebordado.arteblog.com.br/.../

CINE UBAFIBRAS ESPECIAL : " TRABALHOS COM PALHAS DE COCO

Seus artesanatos - pássaros, peixes, insetos, chapéus etc. - fazem sucesso nas praias de Ipanema e Leblon, no Rio de Janeiro. Lenes concedeu entrevista no último dia 31/05 ao Programa do JÔ. Se não assistiu, vale a pena conferir! "A incomparável criatividade do povo brasileiro".


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terça-feira, 3 de junho de 2008

AGORA O SITE "UBAFIBRAS" JÁ TEM SUA FM - SÓ MPB



Ao vistar este site, você terá uma boa novidade, agora enquanto você visita a página principal deste site , você poderá ouvir as melhores musicas populares do Brasil. No ar a UBRAS FIBRAS FM.....Ouça agora, a boa e verdadeira música brasileira...

CONHEÇA UM EQUIPAMENTO IMPORTANTE NO TRABALHO COM A FIBRA DA BANANEIRA




Esta máquina acima é a responsável pela trituração da fibra de bananeira, depois de picada e cozida, o talo da bananeira, é colocado dentro deste "grande liquidificador" onde é triturado e preparado para os diversos usos : papel e massas, estas última são utilizadas na criação das esculturas .

MAIS UMA BOLSA FEITA PELAS ALUNAS DO CURSO DE ARTESANATO COM A FIBRA DA BANANEIRA

terça-feira, 27 de maio de 2008

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Grupo de artesanato com fibra de banana recebe apoio do Fundo Social de Solidariedade

A primeira-dama e presidente do Fundo Social, Denise Cesar, entregou ao grupo um liquidificador industrial, utensílio necessário para a preparação da matéria prima


Ubatuba - A Prefeitura de Ubatuba, através da Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social, está desenvolvendo no Sertão do Ubatumirim um trabalho de artesanato com o uso da fibra da bananeira. Para dinamizar os trabalhos, as artesãs receberam, no último dia 14, um apoio especial: a visita da presidente do Fundo Social de Solidariedade, Denise Cesar, que foi acompanhar de perto os trabalhos realizados com a fibra da banana. Na ocasião, a primeira dama efetuou a entrega de um liquidificador industrial, utensílio necessário para a preparação da matéria prima. Ao identificar que o liquidificador industrial se tratava de uma reivindicação para melhoria da produção dos trabalhos, a Administração Regional Norte encaminhou o pedido do equipamento ao Fundo Social, que prontamente atendeu a reivindicação. “Agora o trabalho das mulheres que participam do curso será facilitado. O grupo é composto de mulheres esforçadas e animadas em aprender cada vez mais desta arte. Para elas, esta é uma forma de geração de renda que dará muitos resultados positivos em curto prazo”, comenta José Roberto Júnior, administrador da Regional Norte.Bons frutos - O trabalho vem sendo desenvolvido junto a um grupo de moradoras do bairro, que estão conseguindo bons frutos a cada dia de curso. As técnicas são usadas desde o preparo da matéria-prima, utilizando muita criatividade para a confecção de inúmeros objetos. “Este trabalho tem chamado a atenção da mídia regional, que tem nos procurado para conhecerem melhor o projeto aproveitamento da fibra da banana. O que era descartado antes, agora é utilizado, gerando renda para a comunidade”, diz o secretário municipal de Cidadania e Desenvolvimento Social, Claudinei Salgado.

(Fonte: Prefeitura Municipal de Ubatuba)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Entulho de bananeira gera renda

Ubatuba - Moradores de Ubatuba estão garantindo uma nova fonte de renda ao reciclarem as fibras contidas nas bananeiras na produção de bolsas, cestos, papel e demais artigos.
O curso de reciclagem das fibras das bananeiras é oferecido pela prefeitura e a iniciativa surgiu após a queixa de moradores sobre os transtornos causados pelo entulho que sobra após a colheita dos frutos. Um dos grandes pólos de produção de banana está localizado na região norte de Ubatuba.
O curso de "Artesanato e papel em fibras de bananeira", que foi criado há cerca de um mês pela Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social, vem despertando interesse da população.
QUEIXAS - "Recebemos inúmeras queixas de moradores que não sabiam o que fazer com o entulho da banana em casa. O curso vem atraindo cada vez mais participantes", disse o secretário da pasta, Claudinei Salgado.
Segundo ele, o curso disponibiliza técnicas que utilizam o caule e retiram a palha e o fio da bananeira para a produção de diversos artigos, como papel, bolsas, cestos, brincos, colares e outros.
A intenção do curso, disse o secretário, é ao mesmo tempo eliminar o problema com o entulho da fruta e incentivar a geração de renda entre os participantes.
"As peças ficam bem interessantes e podem, sem dúvida, se tornar uma opção de fonte de renda entre as famílias", afirmou.
O curso, que atualmente conta com cerca de 40 participantes, é gratuito e tem a duração de três meses. Segundo a prefeitura, já existem nomes na lista de espera para as próximas turmas.
PERSONAGEM - A dona-de-casa Maria de Lourdes de Oliveira, 48 anos, que mora no bairro Estufa 2, em Ubatuba, é uma das participantes do curso. "Estou achando excelente. Todo o entulho da banana que juntava em casa ia antes para o lixo."
O transtorno de ter que separar os restos das bananeiras em sacos para que fossem carregados pelos caminhões de lixo é agora coisa do passado, segundo Lourdes.
"Antes era uma trabalheira ter que juntar o entulho para colocar no lixo. Agora tudo pode ser reaproveitado no curso."
O grupo participante do projeto, segundo ela, está fundando a associação "Arte Pura", de olho na comercialização dos produtos. "O curso se transformou também em uma oportunidade para a troca de experiências. Quem sabe uma técnica diferente ensina para outra e assim vamos inovando e descobrindo novos formas e produtos a partir do entulho", disse Lourdes.
Lourdes fez questão de ressaltar que o grupo ainda é iniciante no assunto, no entanto, tende a crescer. "Ainda estamos 'engatinhando', mas com certeza o projeto de comercialização dará certo." (Fonte: ValeParaibano)

Curso acontece em dois locais

Ubatuba - O curso "Artesanato e papel em fibras de bananeira", promovido pela Prefeitura de Ubatuba, é ministrado na sede da Secretaria de Cidadania, localizada à rua Paraná, nª 275, na região central da cidade, todas as segundas-feiras. O posto de saúde do Sertão do Ubatumirim, na região norte de Ubatuba, oferece o curso sempre às quartas-feiras. As aulas são gratuitas, têm duração de cerca de três meses e acontecem no período das 14h às 16h. Inscrições e mais informações sobre o curso de artesanato das fibras da bananeira podem ser obtidas pelo fone (12) 3832-6038. (Fonte: ValeParaibano)